sábado, 11 de setembro de 2010

Dorme, meu amor



Abri a porta
E estava ali:
O corpo aberto,
Solto e descansado,
Asas sobrando do sofá.

De repente,
Já não havia tempestades,
Já não era mais pesado o ar.

Aproximei-me vagarosamente.
Soltaria fogos,
Faria comemorações,
Mas aquela não era a hora.

Meu anjo voltou
Meu amor dorme
Dorme, meu amor.

Angelo A. P. Nascimento
(20 de abril de 2001)
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