
Não escrevo para me expor, mas para externar as minhas feridas. Tudo o que eu sinto me vem como uma sangria desatada. O que escrevo aqui não me envergonha, apenas demarca qual era a envergadura de meu sorriso naquele momento.
E até os sorrisos têm dias largos e têm dias curtos.
Eu tenho os meus medos e por isso escrevo.
Escrevo para poder sair do escuro.
Angelo A. P. Nascimento