segunda-feira, 2 de julho de 2012

Azul


São azuis os seus serenos
Seu corpo não sabido frio
Suas mãos de desconhecido calor
São fixos cometas os seus olhos
No céu do imaginar
No longínquo domingo à tarde
Na luz que se esvai
Nas tardes que se desesperam
E se dobram
Ao seu azul profundo
Que engole tudo
E que por toda a noite
Serena você.

Angelo A. P. Nascimento
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