sexta-feira, 13 de maio de 2011

Sereno


O silêncio
Vento mudo
Cai como sereno
Tenso e curvilíneo
Abóboda desestrelada

Como cobertor,
Serve as minhas
Tenras tolices que se esgotam
Resfriadas pelo vazio de cada fria hora

O silêncio
Luzes e postes
Inúteis pela madrugada
É tão confuso
Por apagar-se nas palavras
Que gostaríamos de escutar...


Angelo A. P. Nascimento
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