terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Um dia enfadonho...

Praia de Barra de Maxaranguape - 2009

Hoje foi um dia enfadonho, desses que, caso pudéssemos, nem da cama levantaríamos. Resolvi problemas, rodei pra lá e pra cá, não produzi no trabalho, nada de academia e uma chuvinha insistente no fim da tarde.

Hoje estou de mau humor! Estou pensativo demais! Queria conversar, mas ao mesmo tempo me calar...

Entretanto, já estive um dia assim. O transcrito abaixo foi de outro ano e acabei sobrevivendo. Passou naquela época e nessa também vai passar!

Que venham as forças do fundo do meu pâncreas!


“Hoje acho-me grave, breve e irresoluto.

Acho-me longe das filosofias, dos conselhos, das convenções próprias da humanidade.

Hoje eu não quero ser nada, nem ninguém.

Não quero me sentir meio ou resto de qualquer pessoa.

Quero me sentir tudo, mesmo que em mim não caibam “todas as dores do mundo”.


Hoje tenho a sensação de evasão,

De escorrer por entre as mãos que deviam me segurar.

Hoje quero colo,

Quero música,

Quero o som do violão.

Quero torrar lembranças ruins

Quero sorrir para as melhores que tiver.


Quero apenas um pouco de paz,

Quero poder tocar uma fatia de luz,

Quero poder delirar sem loucuras,

Quero que o horizonte se incline e deixe o mar seguir outra maré.

Quero deitar, olhar o teto e pensar em tudo sem me preocupar.

E se der vontade, quero nem pensar,

Apenas esvaziar...”


Beijos a todos.
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