sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Desejos retorcidos



Destroça-me a fé
Caído em sonhos
Prantos
Orações.

Sinto a dor do que deixei
Carrego o peso de ter conseguido
Chegar ao fim daquilo que julgava infindável.

Desculpe-me as humanidades
Os desejos retorcidos em atos
Lamento não estar aqui.

Angelo Augusto Paula do Nascimento
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