domingo, 17 de outubro de 2010

Insônia

Eu só penso em tudo aquilo que poderia
Como se tudo na vida fosse passível de ser condicionado

E nem tão perto
E nem tão longe
As presenças se perdem
E não sinto mais nada.

Desejo o sono dos vencidos,
Que todo esse medo suma
Tal como flautas e palhaços
Cujas alegria e sinfonia se esvaem quando as cortinas fecham
Após seu falso espetáculo.

Preciso de silêncios
Silêncios precisos.

Cuida de mim
Para que durma todo esse impreciso eu.

Angelo A. P. Nascimento
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