sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Poeminha do amor bobo

Eu te amei tanto
Que doía como se fosse físico
Que soava absurdo lírico
Esse você dentro de mim.

Eu te amei
Como se fôssemos dois meninos
Que sentados à beira do caminho
Nunca fosse possível crescer.

Eu te amei
E era tão alto que me punhas
Que lá de cima via tudo
E temia por descer e te perder.

Mas eu caí
E ao seu lado pude ver
Sua condição humana e vil
E não pude mais ficar e sofrer.

“-E se eu perder meu coração?
-Eu te dou o meu”

Você não me deu...

Angelo A. P. Nascimento
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